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Grupo Mulheres do Brasil adere ao Pacto Ninguém se Cala

Iniciativa do MPSP e MPT promove conscientização sobre o combate à violência contra a mulher em estabelecimentos comerciais e eventos públicos

Na terça-feira (18/2), o Grupo Mulheres do Brasil, formalizou sua adesão ao Pacto Ninguém se Cala, iniciativa do Ministério Público do Trabalho  e do Ministério Público de São Paulo, cujo objetivo é promover a conscientização da sociedade para a necessidade do enfrentamento à violência contra a mulher em bares, restaurantes, casas de espetáculos, praças esportivas e diversos outros espaços de lazer.

A procuradora-chefe do MPT em São Paulo Vera Carlos, lembrou que uma em cada cinco mulheres sofre violência sexual, “daí a importância da mobilização da sociedade contra o assédio. Precisamos engajar, orientar, prevenir e combater a cultura do estupro. A adesão do Grupo Mulheres do Brasil ao Pacto Ninguém se Cala é um ato importantíssimo. Essa iniciativa reforça a responsabilidade coletiva de empresas, instituições e sociedade civil na construção de um ambiente mais seguro e respeitoso para todas”.

“A indignação aliada à ação muda a história. Essa luta exige coragem”, disse o procurador-geral de Justiça, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa. Ao assinar o documento, a CEO do Grupo Mulheres Brasil, Alexandra Segantin, afirmou que a organização dá um passo importante no combate à violência contra mulheres e meninas. “Firmamos hoje nosso compromisso de ampliar a conscientização e garantir a implementação de medidas de proteção e acolhimento às mulheres em situação de risco, ampliando ainda mais as ações que já desenvolvemos no Grupo Mulheres do Brasil”. Elizabete Scheibmayr, do Comitê de Igualdade Racial e Combate à Violência contra a mulher do Grupo Mulheres do Brasil, completou: "Essa não é uma causa de uma única organização. É um trabalho coletivo".

O Grupo Mulheres do Brasil tem como propósito engajar a sociedade civil na construção de um país melhor, com mais justiça social, diversidade e equidade de gênero, tendo como pilar central a defesa dos interesses das mulheres e o protagonismo feminino.

 

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