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MPT se une a artistas e coletivos para discutir inclusão e representatividade negra no setor de audiovisual

O Ministério Público do Trabalho participará de debates sobre representatividade negra e propostas de interlocução entre artistas e o poder público,  durante os eventos Fórum de Performances Negra, que acontecerá nos dias 8 e 9 de junho, no Museu de Arte do Rio (MAR), e Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual - Pela diversidade no audiovisual brasileiro, no dia 13 de junho, no Sesc Avenida Paulista.



No dia 8/6, a procuradora do Trabalho Elisiane dos Santos, coordenadora do Grupo de Trabalho de Raça da Coordenadoria de Promoção de Igualdade no Trabalho (Coordigualdade), irá falar sobre o papel do MPT na inserção de negros nas emissoras de TV, no painel “Políticas públicas para equidade racial”, promovido pelo Fórum, no Rio de janeiro. No dia 13, participa da mesa de discussões “Se você é parte, qual é a sua parte? Perspectivas para a atuação da Sociedade Civil”, ao lado de Barbara Sturm, Barbara Rohn, Malu Andrade, Marina Pecoraro, Minom Pinho e Graciela Guarani.

Ao integrar eventos como esses, o MPT procura incentivar as discussões e as ações de promoção à igualdade racial no trabalho no setor de audiovisual, especificamente na televisão aberta. Desde o ano 2018, o grupo de trabalho de raça do órgão tem buscado estratégias para a efetivação do Estatuto da Igualdade Racial neste segmento, especialmente diante da falta de representatividade negra na televisão, o que, como explica Elisiane, “além de não assegurar igualdade de oportunidades no trabalho, incide negativamente na sociedade brasileira, reforçando o racismo estrutural, estereótipos e preconceitos, por não representar sua diversidade etnico-racial”.


Sobre o GT de Raça:

O GT Raça foi instituído através da Portaria 835/2018, DE 16/05/2018, com o objetivo de definir ações e apresentar propostas e estratégias com o objetivo de sistematizar a atuação do Ministério Público do Trabalho na proteção do direito fundamental à igualdade, ao trabalho decente e a não discriminação da população negra, com ênfase na promoção da igualdade racial nos canais de televisão aberta do Brasil, como forma de instrumentalizar a representatividade da negritude brasileira nesses espaços de trabalho, bem assim de susbsidiar a atuação do Projeto Nacional de Inclusão Social de Jovens Negros e Negras no mercado de trabalho.  É composto pelos seguintes membros: Elisiane Santos, Valdirene Silva de Assis, Rafael Dias Marques, Ludmila Reis Brito, Luciana Tostes e Honorato Gomes Neto.

Confira as programações:

Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual

Fórum de Performances Negra

8h às 8h45min – Credenciamento

9h | ABERTURA: Caminhos abertos para respeito e diversidade nas artes: I Fórum Estadual de Performance Negra faz reverência

Babalorixá Adailton Moreira
Iyalorixá Rosana Helena
Pastor Henrique Vieira

Sol Miranda – O fórum estadual de performance negra 2019: processos de organização e autodeterminação: A experiência e discussão da construção do Fórum Estadual de Performance Negra 2019 como via de resistência, organização e mobilização. Apresentação dos processos e dos caminhos que nos trouxeram a este Fórum.

Hilton Cobra – Sankofa: reavivando a memória e trajetória do fórum de performance negra: A partir da compreensão do princípio de Sankofa, que remete à circularidade e à necessidade de recuperarmos o passado e aprendermos com a sua experiência-memória, se discutirá sobre a memória e a trajetória do Fórum.

10h | MESA I – Arte negra refletora do mundo: organização e autodeterminação A arte, e em específico a arte negra, possui um papel político-social definidor de novos paradigmas que espelham e refletem a pluralidade dos tempos. Assim, se debaterá o papel da arte negra enquanto agente, cuja centralidade parte de nossos processos de organização e autodeterminação.

Aza Njeri – Organização pela arte: seu papel refletor
Lázaro Ramos – O papel do artista enquanto mudança de paradigma
Jurema Werneck – O artivismo e a cultura afrodiaspórica fomentando novos saberes emancipatórios
Flávia Oliveira – Arte como impulsionadora de riqueza econômica, geração de trabalho e renda.
Murilo Araújo – o público enquanto mantenedor da arte e cultura.

11h 30 | MESA II – Políticas públicas para equidade racial Pensar e pautar políticas públicas para profissionais negros das artes é uma das urgências diante da rigidez dos tempos e das agruras apresentadas pelo cenário político nacional. Assim, se discutirá sobre a existência destas políticas públicas e quais caminhos para acessá-las, apontando reflexões sobre autonomia e emancipação.

Lu Fortunato – Caminhos para equidade racial: lei municipal de cultura
Elisiane Santos – O papel do Ministério Público do Trabalho na inserção de negros nas emissoras de TV
Thais Ferreira – Papel do legislativo e do executivo na legitimação da arte negra
Yuri Costa (Apan) – A Associação dos produtores do audiovisual negro e as políticas para inserção de lideranças negras no audiovisual. Quais os enfrentamentos atuais ?

14h 30 | Mesa III- Aqué: como pensar a rentabilidade das nossas produções Reflexão sobre caminhos de autonomia financeira para pensarmos a rentabilidade das nossas próprias produções artísticas, tanto no nível institucional, quanto na via da autonomia artístico-financeira

Julia Santos– Curadoria e estratégias
Rodrigo França – Ubuntu e aqué
Orlando Caldeira – Ações e visibilidades às produções e aos artistas negros
Eduardo Nascimento – O orçamento e a Secretaria Municipal de Cultura
Dêge Malungo – Torcendo o pescoço da galinha

16h 30 | Mesa IV – Território e Aquilombamento: Da favela para o quilombo, a perifa grita! Discussão sobre as demandas, críticas e movimentações dos diferentes territórios negros aquilombados em seus próprios processos. Mesa para ouvir, refletir e dialogar sobre caminhos de emancipação negra pela arte nas diferentes geografias.

Leandro Santana – BXD: Baixada fala
Vitor Pires – Entre o sal e sol: processos artísticos negros na Região dos Lagos
Reinaldo Santana – Zona Oeste ecoando sua voz
Kelson Succi – A favela é!

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