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Novo procurador-chefe do MPT-SP toma posse em Brasília

Erich Schramm vai comandar o órgão até 2017

O novo procurador-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo Erich Vinicius Schramm assumiu ontem (1/10) o cargo em ato de posse conjunta na Procuradoria Geral do Trabalho em Brasília (DF), presidida pelo procurador-geral do Trabalho Ronaldo Curado Fleury.

Erich, que foi eleito em 28 de agosto com a quase totalidade dos votos, terá como vice o procurador regional do Trabalho Wiliam Bedone, e ambos ficarão no cargo até 2017. Graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba (1987) e mestre em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC em São Paulo (2010), Erich foi servidor do Tribunal Regional do Trabalho na 9ª região por cerca de 10 anos antes de ingressar no MPT em Cuiabá em 2003.

Wiliam Bedone e Erich Schramm
Wiliam Bedone e Erich Schramm

“O procurador tem que ser uma pessoa inquieta, que saiba que a visão atual do MPT não é de gabinete, e sim uma visão proativa”, diz ele comentar o trabalho órgão. Logo na primeira semana como porcurador, foi chamado a participar de uma diligência de trabalho escravo, o que imediatamente o fez compreender a natureza dinâmica do cargo. “Uma hora você está no tribunal, outra você está no campo, protegendo trabalhadores, na outra semana você pode estar no Congresso Nacional em uma atividade de representação”, diz. “Isso vai fazendo com que você entenda que é um instrumento para efetivamente promover e proteger o direito”, completa.

 Erich Schramm e Ronaldo Fleury na cerimônia de posse
Erich Schramm e Ronaldo Fleury na cerimônia de posse

Wiliam Bedone formou-se em Direito na Faculdade de São Francisco (1986), tem mestrado em Direito pela PUC-SP e é professor na Faculdade de Direito de Sorocaba. O procurador, que atua em instância segundo grau desde 1999, é também formado em Filosofia e afirma que o trabalho no MPT é “de formiguinha”. “Trabalhar bastante e sempre, especialmente porque o direito tem que ter um aspecto prático”, diz. Ele se lembra de muitos casos ao longo de sua atuação em que a prioridade era garantir que os trabalhadores não ficassem desamparados em seus direitos. Em um caso recente a empresa quebrou, mas a atuação do MPT permitiu que os ex-empregados “saíssem com um alvará em mãos para sacar FGTS, sem ter que esperar trânsito em julgado”, conta Wiliam.

O MPT em São Paulo tem cerca de 80 procuradores do Trabalho e 250 servidores. Só neste ano recebeu mais de 10 mil denúncias e processou cerca de 1100 inquéritos civis.

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